15.1.10

Férias

Amigos, estarei fora por alguns dias, naquele tal descanso merecido.
Vou buscar meus direitos de filha da natureza, sentir cheiro de mato, barulho de grilo e e quem sabe até tentar ver vagalumes na escuridão (adorava isso quando criança).

A semana foi corrida e não consegui agradecer os comentários mas quando voltar visito vocês para saber das novidades.

Beijão a todos.




Antes ser um homem da sociedade, sou-o da natureza.
Marquês de Sade


16 comentários:

  1. Apenas aproveite a tua férias, sendo que traga bom casos de lá, ok?

    Fique com Deus, menina Gisa.
    Um abraço.

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  2. Que inveja santa, Gi. Estar com esse contato com a natureza, eu tb queria.

    Beijao e aproveita por mim também.

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  3. olá Gi.
    aproveite bem as férias, passeie muito pelos matos, e aproveite para fotografar, a natureza, e tudo que tiver por aí.

    beijo de luz

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  4. Gisa, boas férias merecidas para você. Veja muitos vagalumes por mim. Eu também ainda adoro vê-los tecnológicamente corretos. São um desafio para a eletrônica. Conseguimos imitar a sua luminosidade, contudo não conseguimos "criar" essa luz, kkk! Enfim, sem muita filosofada, boas férias. Uma beijoca carinhosa prá você e uma especial para as Flôres da Liz. Manoel.

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  5. Beautiful,lovely and fantastic shot !! This is Great and amazing!!

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  6. Boas férias! E não prenda os vagalumes na caixinha de fósforo!! (rs*) Beijus,

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  7. Boas férias! Recarregie as energias.
    Abraços.

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  8. Volta, com renovadas energias, amiga!
    E olha, creio que ,de tantos disparates que disse e fez, nessa da Natureza, o marquês de SADE acertou em cheio!
    BEIJO DE
    LUSIBERO

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  9. Há coisas que nunca se poderão explicar por palavras.

    (José Saramago).

    A semelhança entre os primeiros raios a anunciar o
    despertar da manhã...
    ...e os derradeiros raios a proclamar o definhar de
    mais um dia.
    Quantos dias ainda nos esperam?
    Quem os saberá?
    A única certeza é a brevidade da vida terrena...

    A fragilidade de ontem, e a fragilidade de amanhã...
    Os dias se sucedem e não se repetem.
    Cada dia, cada hora é única e preciosa.
    O grande silêncio da alma das crianças, e o grande
    silêncio da alma dos anciãos.
    O silêncio que tanto ensina àquele que se dispõe a ouvir.

    A mãe e o filho.
    As irmãs.
    A atenção da irmã mais velha.
    A alegria da irmã mais nova.
    Memórias poéticas que o tempo não apagará.
    Vivemos meses, dias e anos...
    E disso tudo, guardaremos com mais carinho os
    instantes que compõem a nossa memória poética.

    Aquilo que a nossa alma registrou, que nos encantou,
    que nos comoveu... o que dá beleza a nossa vida.
    A cena imóvel, inpertubável, fora do tempo.
    Memórias que não morrem jamais.
    Instantes que passam a fazer parte de nossa alma.

    As irmãs que brincam, a leve brisa, o sol da manhã...
    Para uma mãe, o filho, mesmo quando adulto, é, e sempre
    será a criança pequena que um dia foi.
    As breves décadas de vida que separam as idades dos pais
    e dos filhos.
    O que são trinta anos diante da eternidade?...

    Para quem passou dos setenta, aquele que carrega
    quarenta ainda é uma criança.
    O inconsciente familiar,
    - histórias e memórias compartilhadas...
    Os passos de alguém à procura de alguém...
    Os passos daquele que carrega o peso de muitos anos.

    Educar as futuras gerações nas leis do Amor e da Bondade,
    da Ternura e da Compaixão.
    O suave sono dos inocentes.
    A mãe que vela o sono da filha tão amada...

    A infância que deve ser respeitada, amada e protegida
    acima de todas as coisas.
    Mesmo a ferida mais simples tem importância...
    E em meio à agitação da vida moderna, reservar um
    tempo para a reflexão.
    Peregrinar por terras candentes e áridas, afim de descobrir
    o mar que jamais vimos e que por isso ainda não podemos
    compreender.

    Acender a brasa interior da contemplação e da oração
    diuturnamente para que nunca se apague.
    A conscientização do valor do amor, da compaixão e da
    importância da promoção da dignidade humana.

    As horas fugazes da vida terrena, e a vivência do
    mistério divino.
    Ao fim da nossa caminhada terrena, levaremos conosco
    apenas o essencial.
    As memórias poéticas que embelezam e dão sentido à vida.
    A caridade, a bondade, a pureza de coração...
    A brisa, o mar, a imensidão...

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  10. Que suas merecidas férias enriqueça e energize-a.
    forte abraço amiga,

    Hod.

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  11. VINÍCIUS DE MORAES

    Soneto da intimidade

    Nas tardes da fazenda há muito azul demais.
    Eu saio às vezes, sigo pelo pasto agora
    Mastigando um capim, o peito nu de fora
    No pijama irreal de há três anos atrás.
    Desço o rio no vau dos pequenos canais
    Para ir beber na fonte a água fria e sonora
    E se encontro no mato o rubro de uma aurora
    Vou cuspindo-lhe o sangue em torno dos currais.
    Fico ali respirando o cheiro bom do estrume
    Entre as vacas e os bois que me olham sem ciúme
    E quando por acaso uma mijada ferve
    Seguida de um olhar não sem malícia e verve
    Nós todos, animais sem comoção nenhuma
    Mijamos em comum numa festa de espuma.
    Em "Livro de Sonetos".

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  12. Boas férias GISA, tenho estado sem net;)
    Sortuda, amiga...Eu ando a precisar de férias tb;)
    Beijinhos

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Obrigada pelo comentário, gosto de responder em seu espaço, assim, aproveito para te conhecer melhor.
Abraços com carinho.